Salvador sedia o 8° Encontro Baiano de Parkour

8° Encontro Baiano de Parkour chega a Salvador nos dias 13 e 14 de setembro para treinos livres, oficinas, debates em torno do esporte. É uma oportunidade para que iniciantes e entusiastas conheçam melhor a prática e troquem experiências com praticantes veteranos.


O Parkour é uma atividade que desenvolve a força e resistência através do desenvolvimento do corpo junto à adaptação ao ambiente urbano. Saltos, escaladas e corrida fazem parte do treinamento.

Para participar, basta mandar um e-mail:

paragrupoparkoursalvador@gmail.com, com o título “encontro”, e seguir as orientações. O evento é Grátis.

 

Veja a programação

10h Parque da Cidade – treino livre
13h Almoço
15h Parque Costa Azul – Oficinas para iniciantes e veteranos
18h Sorteios e treino livre em áreas próximas
21h Ida para alojamento e Debate

 

 



 

 

Sebastien Foucan fala sobre o Parkour atual

Eu poderia começar esta matéria falando muito sobre o quanto o Sebastien Foucan é foda e como eu me baseio muito nas filosofias dele e o Belle. Mas não vou fazer isso.

Simplesmente quero que você que está lendo esta matéria saiba que eu concordo com tudo o que ele fala abaixo, e acredito que se você também entender tudo isso você já terá evoluído um bocado em seus treinos, sua vida e em sua própria filosofia de vida.



Confira abaixo um desabafo do Foucan para a Revista Go Outside de Junho de 2014.


Pego no Pulo


Via:  http://gooutside.uol.com.br
Por Bruno Romano. 
Criado na periferia de Paris, o parkour não demorou para virar febre mundial, ganhar a publicidade e aparecer até no filme do 007. Para os praticantes mais radicais, a modalidade, no entanto, “se vendeu”. Com a palavra, Sébastien Foucan, precursor do esporte e do freerunning, sua mais nova vertente
Por Bruno Romano



DE CINEMA: Sébastien Foucan, pioneiro do freerunning, em cena de 007 Cvassino Royale
(FOTO: Eon Production)






NO FIM DOS ANOS 80, quando um pequeno grupo de jovens se divertia explorando a comunidade de Sarcelles, no subúrbio de Paris, a brincadeira era chamada de “parcours”. O nome vinha de um termo comum no treinamento de guerra francês: parcours du combattant (em português, pista de obstáculos). Era exatamente como aqueles meninos enxergavam os muros, os vãos, as pontes e qualquer outro pedaço de madeira ou concreto que aparecesse no caminho. Foi assim, sem pretensões ou regras, que surgiu o parkour (com “k” e sem “s”), uma febre que se espalharia pelo mundo anos depois, ganhando destaque em filmes, propagandas e a enxurrada de vídeos independentes na internet.

Desta turma inaugural do esporte, David Belle e Sébastien Foucan acabaram se destacando. O primeiro é reconhecido hoje como o “inventor” do parkour, uma disciplina que mistura atividade física, treinamento e expressão corporal. O segundo, igualmente respeitado, lançou o documentário Jump London em 2003, quando apresentou o termo freerunning pela primeira vez. Para Sébastian, essa era a verdadeira continuidade do que haviam começado anos antes: uma nova modalidade, completamente avessa a competições, que busca a liberdade de movimento, de expressão e de espírito.

Em seus caminhos opostos, David e Sébastien viraram embaixadores de suas disciplinas e astros de Hollywood. Sébastien já foi destaque em produções de sucesso como 007 Cassino Royale e David acaba de lançar em abril deste ano um novo filme milionário em que é protagonista – Brick Mansions, ainda sem tradução para o português. Sébastien jura que o sucesso nunca foi planejado e que é apenas um reconhecimento do que ele e David começaram. A seguir, ele conta com exclusividade para a Go Outside sua versão da história.




INSPIRADO: Alguns exemplos do que Sébastien faz no freerunning





O COMEÇO

Quando começamos éramos um grupo de apenas três ou quatro amigos. Agora a cena está enorme. Mesmo assim, ainda somos uma comunidade pequena, onde a tendência é todo mundo se conhecer. Me incomoda bastante sermos chamados de inventores ou criadores. Nós só tornamos algo mais conhecido, mas já estava tudo aqui antes. Eu não acredito em criação. Acredito em evolução, adaptação e continuidade. David sempre menciona seu pai [Raymond Belle, nascido na Indochina e ex-membro do exército francês], que por sua vez fala de George Hébert [francês criador do “Método Natural”, série de treinamentos com base no lema “ser forte para ser útil”, no início do século XX], como influências. Eu tive outras, de desenhos animados a esportes radicais.



PARKOUR E FREERUNNING

Para alguém que nunca viu ou praticou essas duas disciplinas, não há nenhuma chance de reconhecer as diferenças à primeira vista. No começo da separação, foi criada uma batalha quase que forçada. Diziam: “freerunning são giros e truques e parkour é ir de ‘a’ para ‘b’ da forma mais eficaz e rápida possível”. David Belle chegou a declarar isso sobre o parkour, mas nunca concordei que freerunning eram giros e truques. O nome freerunning nasceu no documentário Jump London, no qual faço tanto parkour como freerunning, mas uso este novo termo pela primeira vez. A essência técnica é a mesma do parkour, mas incorporei à prática tudo que estava à minha volta e que achei útil. Para citar um bom exemplo: veja o que Bruce Lee fez nas artes marciais. Ele nunca criou exatamente nada de novo, mas juntou o que era interessante para ele e fez surgir uma disciplina própria. Hoje, Bruce é reconhecido por alguns como o pai do MMA (Artes Marciais Mistas). Para mim, o que o MMA é para as artes marciais, o freerunning é para o parkour: uma disciplina mista.



ESCOLA

Por um lado, as novas academias de parkour e freerunning são, sim, limitadoras da liberdade, pois não foi assim, nestes ambientes planejados, que nós começamos. Por outro lado, o esporte precisa se adaptar à demanda crescente. É natural que uma criança aprenda os movimentos com facilidade. Mas, para uma pessoa que já perdeu sua habilidade de se mover livremente, precisamos encontrar maneiras dela amortecer melhor seus impactos e achar sua coordenação de forma segura. De qualquer forma, é algo muito menos natural e livre do que na época em que começamos.



PIONEIROS

Todos os precursores estão bastante ocupados, pois o parkour se tornou esporte e negócio. Nós o trouxemos ao mundo, mas ainda precisamos do nosso ganha-pão. Não seria fácil pagar as contas dos fundadores em conjunto, com um mesmo projeto, por isso cada um está achando a sua maneira de sobreviver. É um novo ambiente – mais um obstáculo que surgiu à nossa frente. Eu me vejo como um embaixador que participou do início da disciplina. Nós demos o presente para o mundo, mas agora há um processo em movimento e todos são livres.



DAVID BELLE

Nossa relação não é mais como no começo. Para falar a verdade, mudou completamente. Nós ainda temos contato, mas ele está sempre ocupado, fazendo o que ele tem que fazer. Estamos em bons termos, mas não há muita conversa e também não temos tempo para estarmos juntos como na época em que éramos crianças.



CONCRETO

Muita gente fala da essência urbana do parkour e do freeruning, mas isso não existe. Por acaso morávamos em cidades, mas sempre praticamos em todo lugar possível. Talvez, se tivéssemos feito isso somente na floresta, ninguém ficaria tão interessado.



NOVA GERAÇÃO

Novas estrelas estão surgindo e há pelo menos um “cara do parkour” em cada país. Isso é esporte. O que costumávamos fazer era ter um estilo de vida, algo completamente diferente. Por isso não pactuo mais com o parkour e com o que vejo no You Tube. Eles estão atrás de performance: o quão alto podem pular ou quantos giros conseguem fazer. Parecem robôs. Eles vêm embrulhados com rótulos de “moderno” e “novo”, mas não há nenhuma novidade ali. É difícil dizer isso, mas hoje parkour e freerunning não têm mais os mesmos valores e princípios.



DO SUBÚRBIO PARA HOLLYWOOD

Nós praticamos por mais de dez anos sem a atenção de ninguém. Não havia internet, muito menos You Tube – não tínhamos nem câmera, por isso faltam registros dessa época. O que fazíamos era uma forma de escaparmos da sociedade, com vigor e potência. Ser ator de cinema não fazia parte do plano. Não sou dançarino, nunca estudei para ser ator, conheço muito pouco de filmagem e ir atrás de patrocinadores estava fora da minha rotina. O sucesso surgiu do reconhecimento do que nós estávamos fazendo.



O PRÓXIMO NÍVEL

Para quem está praticando freerunning, o próximo nível não envolve saltos, giros ou marcas, mas sim conhecer algo novo. Você está evoluindo? Esta é a primeira questão. Saber quem é o melhor não contempla o lado espiritual da disciplina – e eu sou uma pessoa muito espiritualizada. Acho que o freerunning busca o nível mais alto, não o melhor. Quem encontrou harmonia, quem achou paz com a prática? É isso que estou procurando. Essa é a minha jornada. É o que ensino a meus alunos [na Foucan Freerunning Academy, onde faz questão de acompanhar de perto as aulas].



COMPETIÇÃO

Para mim, homem versus homem nunca será uma evolução. Homem versus ambiente ou homem versus obstáculo é uma opção melhor. A competição é uma guerra moderna. Se você me perguntar o que acho positivo nela, vou dizer: a cooperação. Se for nesta linha, eu apoio. Mas a competição esportiva está mais para o entretenimento e para o confronto, o que não traz uma boa energia. É o contrário da cooperação.



BUSCA

Estou sempre atrás dos pioneiros, das raízes. Depois que algo ficou famoso e se tornou um negócio, acaba se distanciando da origem. É por isso que saí do parkour. Hoje me preocupo em me movimentar e evoluir como pessoa. Mesmo que eu seja conhecido como o “fundador do freerunning”, não é o que estou fazendo todos os dias da minha vida. Eu escalo, patino no gelo, me envolvo com música, enfim, faço tudo o que acho interessante. E esse é o verdadeiro estado de espírito do freerunning. É como Van Gogh, que pintava o que ele via, do jeito dele. Ele fazia porque amava, porque tinha algo dentro dele dizendo: “É isso o que eu quero fazer”. É assim que o parkour começou. Éramos poucos garotos, fazendo algo que sentíamos. Não para a câmera, não para a TV, não para a fama, muito menos para ver quem era o melhor. Só porque nós sentíamos que aquilo era liberdade.



(Reportagem publicada originalmente na Go Outside de junho de 2014)

Lei transforma vagas para carros em zonas de convivência


Como muitos sabem eu ando de Bike em São Paulo, e gosto muito. Prefiro deixar de lado o carro ou a moto para uma boa pedalada na maioria dos dias.  No

calor até enfrento uma pedalada na chuva.

 O que me preocupa com o projeto mencionado abaixo é a falta de zelo e de respeito ao sacrificar vagas de estacionamento essenciais para uma coisa mais "turística", e sério só consigo imaginar um monte de gente roubando flores destes quiosques para Bike, e tudo isso também me deixa com o pé atrás no assunto:  Alguem tá ganhando bem com isso.  Por isso concordo com o comentário de Ana Flávia Pasquotte que disse:


 "A gente se tornou tão descrente em relação á boa vontade e preocupação dos governantes com os governados que vê uma notícia dessa e a primeira coisa que pensa é "nossa, estranho eles fazerem isso, deve ter a mão dos donos de estacionamento no meio".



Tendência mundial transforma vagas para carros


em zonas de convivência para a comunidade


Fonte:  http://www.ecodesenvolvimento.org/


Agora é lei! Os chamados parklets, uma tendência mundial que transforma vagas para carros em zonas de convivência para a comunidade, agora podem virar realidade em São Paulo. O decreto que regulamenta a medida foi assinado na quarta-feira, 16 de abril, pelo prefeito Fernando Haddad, e publicado no Diário Oficial de quinta-feira (17).

Com a nova lei será possível encontrar, no lugar de uma vaga de carro, um espaço para guardar a bicicleta, tomar um banho de sol, ler um livro, se exercitar, ou ainda relaxar em meio à correria cotidiana.

Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode entrar com pedido junto às subprefeituras para instalar um parklet. Por iniciativa própria, a administração municipal também pode propor projetos.

O regramento da instalação dos parklets envolverá somente vias com velocidade máxima de 40km/h e onde não haja trânsito intenso de veículos motorizados

Popularizados em São Francisco, na Califórnia (EUA), os parklets ajudam a recuperar o espaço público para o uso coletivo e tornam ruas e bairros mais humanos e amigáveis. É a geração de espaço para pessoas, e não para carros.

Por isso, sobre o asfalto cinzento, pode ser colocada uma plataforma equipada com bancos, floreiras, mesas e cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, paraciclos ou outros elementos de mobiliário, com função de recreação ou de manifestações artísticas.


Área da comunidade


Por ser uma área totalmente voltada para a comunidade, um estabelecimento comercial que queira instalar um parklet em frente à sua loja, não poderá controlar o acesso à área. Ou seja, o parklet não será de uso exclusivo dos clientes.

O regramento da instalação dos parklets envolverá somente vias com velocidade máxima de 40km/h e onde não haja trânsito intenso de veículos motorizados. Em alguns locais será necessária a extinção da Zona Azul, que cobra uma taxa para o estacionamento de automóveis na rua de hora em hora. Um dos locais apontados por Haddad como candidatos à alteração urbanística é a Vila Madalena, na zona oeste da cidade.


Odisseia de cliente para cancelar TV a cabo nos EUA



Você acha que somente você tem problema ao tentar cancelar seu plano de celular ou tv a cabo né? Só que não!  Até mesmo no Estados Unidos temos várias pessoas que sofrem com aqueles benditos atendentes que tem como o objetivo não te deixar sair da empresa.

Temos este problema também com vários cursos de Parkour, então esta matéria só serve para você entender como as coisas funcionam no mundo Capitalista atual.

Como brinde disponibilizo o Audio comentado na matéria.

https://soundcloud.com/ryan-block-10/comcastic-service

 

Odisseia de cliente para cancelar TV a cabo nos EUA se torna viral


Fonte BBC Brasil:  http://www.bbc.co.uk 

"A penosa tentativa de um cliente de TV a cabo nos EUA de cancelar o seu serviço se espalhou na internet, impressionando os internautas pela agressividade do atendente que se recusava a processar o pedido.


O jornalista Ryan Block queria cancelar o seu contrato com a companhia Comcast usando a central de atendimento telefônico da empresa.

Mas ao invés de uma simples ligação, sua experiência se transformou em uma batalha de 20 minutos com um "especialista em retenção" que firmemente tentava reverter a decisão do cliente.

Block gravou os oito minutos finais da ligação e postou um link do áudio em sua conta no Twitter.

A gravação rapidamente tornou-se viral - o arquivo no Soundcloud já havia sido ouvido mais de 4,6 milhões de vezes na manhã desta quinta-feira -, indicando que Block não está sozinho em sua frustração ao lidar com as grandes operadoras de telecomunicações.

Na conversa, o operador insiste em saber o motivo pelo qual o consumidor deseja cancelar o serviço.

"Meu trabalho é conversar com você para te convencer a manter o seu serviço e saber por que você quer cancelar seu serviço", diz o atendente. Ele sugere que o consumidor vá a uma loja para fazer o cancelamento.

O cliente diz que não visitará uma loja e pede, novamente, que o serviço seja cancelado por telefone. "Você pode cancelar esse serviço por telefone? A resposta é sim, certo?"

O atendente pede, mais uma vez, um motivo. "Parece que você não quer me dar essa informação. Essa é a maneira mais fácil de cancelar o serviço".

Block responde: "Eu estou me negando a dizer por que eu estou deixando a Comcast, pois não lhe devo essa explicação", retruca o jornalista. "Por favor, passe para a próxima pergunta".

Novamente, o funcionário pergunta: "Sabendo que nós somos o provedor de internet e TV número um em todo o país... por que você não quer ter o serviço considerado número um de internet e TV?"

Block, mais uma vez, se nega a responder.

'Estou tentando te ajudar'


O "cabo de guerra" verbal entre cliente e operador dura vários minutos. O operador repete a mesma pergunta outras vezes, e em nenhuma delas obtém uma resposta que lhe pareça convincente.

Block diz: "Esta ligação é, na verdade, um exemplo fantástico de por que eu não quero continuar com a Comcast. Então, por favor, você poderia cancelar o serviço?"

O funcionário diz estar tentando ajudar o cliente, que responde: "A maneira pela qual você pode nos ajudar é cancelando o nosso serviço".

A conversa vira praticamente um bate-boca. "Como isso poderia lhe ajudar?", diz o atendente, interrompendo Block, que retorna: "Porque é isso que eu quero!"

"E por que é isso que você quer?", pergunta o funcionário. "Porque é isso que eu quero!"

O operador refaz diversas vezes a pergunta sobre o motivo do cancelamento. "Não é da sua conta", Block responde em certo momento.

O atendente diz precisar da informação "para fazer da nossa empresa uma empresa melhor". O cliente diz que a conversa está "fazendo um trabalho incrível em fazê-la pior".

Block diz, então, que irá se calar e aguardar pelo cancelamento do serviço.

O atendente afirma que o pedido foi finalmente concluído, mas diz não ter o número de protocolo da chamada, afirmando que a confimação será enviada em três semanas.

Pressão sobre funcionários?


A agressividade do operador, que não teve a identidade divulgada, foi criticada nas redes sociais.

Já a Comcast se tornou alvo de críticas ao tentar reparar a crise, culpando o funcionário e prometendo uma "ação rápida".

Internautas atribuíram a interação à pressão que a empresa põe sobre seus funcionários para que evitem cancelamentos, o que pode ter criado uma cultura que leve a comportamentos desse tipo.

"Espero que a ação rápida que vocês vão tomar seja uma reavaliação completa de seus hábitos e políticas, e não a demissão do funcionário", disse Block no Twitter.

Na comunidade Reddit, um usuário que se identificou como funcionário da Comcast disse que especialistas em retenção são remunerados com base no número de cancelamentos evitados. Se eles não conseguem reverter ao menos 75% dos cancelamentos, eles não recebem nada.

"Estas pessoas lutam com unhas e dentes para manter todos os clientes, porque se eles não cumprirem as suas metas eles não são pagos", disse o usuário txmadison."

Red Bull Art of Motion 2014

Sim ele esta de volta! Estou falando do evento mais odiado pelos puristas do Parkour.  Falo puristas porque as pessoas que não apoiam as competições são geralmente as que tem o parkour mais puro e seguem uma filosofia antiga que dia a dia se torna cada vez mais ultrapassada para a maioria dos novos praticantes.

Mas conheço vários casos em que os Tracers ou Free Runners que se envolvem no Art of Motion ( AOM - Evento competitivo de Parkour e Free Running da Red Bull), conseguem manter a virtude do Parkour ilesa no quesito competição e objetivo de treino, isso porque aproveitam a oportunidade de participar do Art of Motion para viajar e conhecer outros traceurs e free runners.

Como o período de inscrição do Art of Motion acabou e já estão selecionando a galera vou divulgar aqui para vocês a atualização anual de zuação e Paródia conhecida por Traceurs de todo Brasil. Isso porque todo ano o Duddu Rocha tem a mania de fazer um video zuando a competição.  Confira um aqui.

Mas o ultimo que ele fez esta incrível!

Paródia - Love is a Open Door)
Duddu Rocha e Monique Rocha - Zueira Records.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=n38OZtMCk6Q]

Perseguição na Oscar Freire


Oi pessoal.


Certo que já imaginamos mais de mil vezes que em um Apocalipse Zumbi a gente se salvaria fácil só por fazer Parkour certo? Mas infelizmente este apocalipse ainda não chegou então não teremos a chance, pelo menos agora, de colocar toda nossa habilidade a prova.... risos.


Mas o Fotografo Renato Lelles teve a ideia de colocar o Parkour a prova em um ensaio fotográfico em São Paulo.   Se liga no projeto.





Perseguição na Oscar Freire



Uma ideia fora do comum. Sim, eu tive essa ideia,


afinal de contas alguém tem que saber que eu: Renato Lelles  existo.





Três atores e um acrobata. Resultado: Perseguição, divulgação e claro, muita diversão ali no Jardins.









































Mais em:  http://renatolellesphotography.blogspot.com.br/2014/04/perseguicao-na-oscar-freire-2.html
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