ABPK - Associação de Parkour Ressurge com Tudo !
Muitos vão lembrar que a algum tempo eu estava criticando o abandono da ABPK e a falta de informação da mesma com o tracers de todo Brasil, fui muito criticado mais também muito elogiado por comentar de um assunto desses no site e no orkut, o objetivo daquela postagem não era causar alarde mais sim, tentar de alguma forma entender o que acontecia com a ABPK já que nada era informado, afinal de contas uma Associação Brasileira de Parkour deve informar e apoiar os praticantes de todo Brasil.A ABPK andava abandonada e com poucos praticantes cuidando de sua organização, mais graças a Deus Eduardo Rocha (Duddu) e Jean Wainer (G1) estão cuidando do ressurgimento da ABPK no Brasil e pelo jeito esta nova diretoria tem tudo para dar certo e com certeza todos os grupos que levam a pratica a sério serão bem representados, sei que vai parecer estranho mais sinto um calor no coração ao pensar que logo estaremos com eventos e muito apoio vindo da ABPK.
Veja abaixo a Declaração Oficial do novo Presidente da ABPK
"Pra quem acompanha o Parkour no Brasil a algum tempo, sabe da importância da ABPK – A Associação Brasileira de Parkour. Por vários meses, talvez até alguns anos, ela passa por uma reformulação com a intenção de deixá-la mais aberta, mais transparente, e abrigar mais gente importante para o Parkour nacional. Por isso, desde ano passado, Duddu passou a participar dessa comissão responsável pela ABPK, e recentemente se tornou presidente. Quem quiser ler sua declaração, veja abaixo.
Texto Original: http://pulodogato.parkour.com.br/2010/02/19/novidades-da-abpk/Espero que me desculpem o tom informal que usarei nessa postagem, mas é que me sinto mais confortável para falar sobre o assunto dessa forma. Sendo objetivo, eu gostaria de comunicar que na última reunião da diretoria da ABPK, acontecida no dia 26 de janeiro desse ano, foi estabelecida a troca da presidência da Associação Brasileira de Parkour. Desde esta data, Alberto Brandãodeixou o cargo de presidente, e eu, Eduardo Rocha, assumi em seu lugar. Eu acredito que uma instituição desse porte, tem, por obrigação, manter informadas as pessoas que representa e ser transparente em todas as atitudes e decisões. E é por esse motivo que venho aqui pessoalmente me reportar a vocês.
Quando tive meu primeiro contato com os, até então, dirigentes da ABPK (acredito que no inicio de 2008), eu havia estranhado a forma meio “maçônica” com que tudo era levado. Pelo contato com o Jean Wainer (presidente na época), eu tinha acesso aos problemas que a associação enfrentava e eu via todo o esforço que ele fazia para mantê-la ativa. Mas, ainda assim, eu não entendia o motivo porque existiam tantas lendas, informações obscuras e “segredos” dentro de um órgão que nasceu para representar toda uma comunidade: o Parkour brasileiro. Para mim, a ABPK não passava de uma elite intelectual, que embora eu não soubesse quem era e quantos eram, representavam (ou deveriam representar) os mesmos interesses que eu tinha pelo desenvolvimento do parkour nacional. Me assustei ao saber que algo tão conceituado e com tanto renome era liderado por uma quantidade tão pequena de pessoas.
Quando criada, a associação contava com cerca de 10 integrantes; eram pessoas engajadas com o projeto e com vontade de levá-lo adiante. Mas por razões unicamente pessoais, a cúpula foi se desintegrando ao ponto de restar ativamente somente o Alberto e o Jean. Foi, mais ou menos, nessa época que fui chamado para fazer parte de uma diretoria que tinha por objetivo revitalizar e reconstruir a associação. A verdade é que estávamos assistindo a ABPK se fragilizar dia a dia. Os problemas apareciam de todas as formas possíveis e eram poucas as soluções que conseguíamos arranjar. Do modo que as coisas corriam, se uma medida imediata não fosse tomada, talvez nesse momento, estaríamos anunciando o fim ou o abandono de um órgão que fez história no Parkour brasileiro, e que ainda poderia alavancar e ajudar muito mais a nossa organização.
A intenção dessa postagem, além de comunicar, é nos permitir um novo começo. De forma calma, humilde e que precisará contar com a paciência e boa vontade de todos. Boa vontade e humildade. Sem demagogia, essas são as palavras chaves que podem resolver nossos problemas. Do mesmo que precisaremos contar com a sua boa vontade, precisaremos de humildade para ir até você e dizer “cara, precisamos da sua ajuda”. Acredito que a ABPK deve ser um espelho daqueles que representa; independente de formação de grupos, insatisfações ou desavenças pessoais. Não existe Associação Brasileira de Parkour se a única coisa que se consegue pensar é em puxar a sardinha para mais perto do seu prato. E é por isso que uma das primeiras medidas que faremos é ouvir melhor essas pessoas que têm interesse puro em ajudar e, fazer com elas, aos poucos, a abertura da associação de modo que todos se sintam representados. Não estamos prometendo um milagre e muito menos ser a tábua da salvação. Mas eu afirmo em alto e bom tom que o que estiver ao nosso alcance para mudar a situação a favor do Parkour brasileiro, será, ou tentará ser feito. Como disse anteriormente, é um recomeço.
Abraços,
Eduardo Rocha"



3 comentários:
bonito nome, Deus Eduardo Rocha!
3 de março de 2010 19:07Huahuahuahauaaaa, ninguem melhor para coordenar a ABPK ! ;)
3 de março de 2010 22:22gente eu amo Le Parkour
18 de março de 2010 12:11e que muito me aperfeisuar no
que gosto
emtao mandem muitos comentarios do que
ta rolando no mundo Le Parkour.
FLW...
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